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quinta-feira, junho 05, 2008

não estraguem o que de bem se faz!


Algo vai mal nos Hospitais do Minho.
A esta mediocridade, não escapa também o recentemente criado Centro Hospitalar do Alto Ave, que bem pior poderia estar colocado no ranking dos hospitais do Norte, não fosse o tampão que representa ainda hoje (contra tudo e contra todos) a actividade cirúrgica produzida pela sua Unidade de Fafe, que resistentemente se continua a orgulhar dos seus insignificantes tempos de espera para cirurgia geral e ortopédica, consequência duma produtividade cirúrgica por cirurgião, invejável.

terça-feira, junho 03, 2008

listas de espera para cirurgia

Com e sem SIGIC
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As projecções aqui graficamente desenhadas e apresentadas pela equipa de Pedro Gomes, não mais comprovam o que gráficos idênticos (aparentemente representativos da realidade actual) nos pretendem a todos mostrar o que de bem está a ser feito pela saúde dos nossos doentes cirúrgicos e simultaneamente enaltecer "o empenho das instituições e seus profissionais em melhor servir a população”. Ver aqui
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Mas, talvez porque difícil poderá ser defender que profissionais do SNS e de instituições convencionadas possam auferir tão chorudos honorários, as contas deste programa (válido sem dúvida nos seus objectivos e aparentes resultados), ainda não foram publicamente apresentadas.
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Para que se saiba (e porque nalgumas instituições a "metro" se vendem estes serviços de saúde, solicitados e não menos apetecíveis...) só um exemplo já por mim aqui apresentado em 2006 e que actual ainda se mantem:
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Façam e apresentem as contas...

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sexta-feira, maio 16, 2008

contradições




… e a ARS do Norte pensa no encerramento/fusão de serviços cirúrgicos que não são detentores de lista de espera… (Cirurgia e Ortopedia da Unidade de Fafe do CHAA) link link
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sábado, novembro 17, 2007

vales para cirurgia rejeitados




Mais de 35 mil doentes recusaram vales para cirurgia


O Ministério da Saúde vai mandar averiguar as razões que levaram mais de 35 mil doentes que receberam vales para cirurgia a recusar a operação na unidade de saúde que lhes foi indicada.RTP
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As variadas razões que conduzem a tais recusas já são por demais conhecidas dos profissionais que com os doentes contactam. Nada impede que Carmen Pignatelli as venha a conhecer nem tão pouco que elas sejam estatisticamente apresentadas, se tal estudo tiver por finalidade a melhoria do sistema.

Mas mais importante que tornar públicas essas razões que adulteram os resultados oficiais dos números relativos à resolução das listas de espera para cirurgia, importa acima de tudo interiorizar essas razões e reconhecer o que representa este ou qualquer outro SIGIC como um programa “cego”, “informático” e desumanizado, economicamente lucrativo para quem nele participa como prestador de serviços “a mando de outros” e como tal algo efectivo nos seus propósitos, mas que pode ser fortemente penalizador para o doente se vier a ser alvo de complicações pós-operatórias imediatas (infecção, recidiva, má indicação ou má técnica cirúrgica) ou se necessitar de intervenção de outras especialidades que, por não fazerem parte do contratualizado (tratamentos fisiátricos, rádio/quimioterapia), tardia e/ou ineficazmente é iniciada.
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Um programa que trata o doente como um número quando o "obriga", com a oferta dum “vale”, a encontrar-se com um médico desconhecido dum qualquer Hospital Público ou Clínica Privada (quantas vezes longe da sua residência) que em troca dum papel que “vale dinheiro” o submete à cirurgia tão esperada (por outro proposta) sabendo que trinta dias depois, o seu futuro como doente a outros (que não a quem o operou ou ao serviço onde esteve internado) compete assegurar.

Um programa que considera o doente como cliente dum qualquer hipermercado, em que o “vendedor”, como ser humano e personalizado, não existe e em que o cliente é visto como mais um entre os milhares que fica satisfeito com a rapidez do serviço e a oferta variada de produtos que lhe é apresentada em termos de quantidade sem se preocupar com a qualidade.

E isto muitos dos doentes vão sabendo…

Se nisto Carmen Pignatelli tivesse pensado ou se se colocasse no papel de doente, por certo já saberia algumas das razões justificativas de tão elevado número dos “salvadores” vales para cirurgia, até à data emitidos, terem sido rejeitados.
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