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domingo, maio 04, 2008

doença dos decisores políticos




Síndrome de Hubris e David Owen

“Hubris é uma expressão usada pelos gregos que define desinteresse pelos outros, excesso de confiança e orgulho desmedido.”
link

Já me tinha apercebido da existência destes “sintomas” em alguns dos nossos políticos.
… e como o Dr. David Owen aconselha, “há que manter uma vigilância constante” já que, segundo este neurologista britânico, estamos perante uma doença que ainda não tem cura.

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sexta-feira, maio 02, 2008

parabéns Rui !


Ao colega da Escola Primária, do Liceu e da Faculdade e ao Neurocirurgião link
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QUE NÃO DESISTE
QUE INSISTE
E QUE RESISTE...
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PARABÉNS!!!

quinta-feira, outubro 11, 2007

um aviso


“Por HIV-Sida morrem anualmente na Europa - 5.860 doentes, cancro da mama - 86.831, cancro da próstata - 63.000, e por acidentes rodoviários 53.500", (…) "quando somamos todos estes parâmetros, que totalizam praticamente 210 mil mortos, vemos que este somatório é menos de metade das pessoas que morrem por Trombo Embolismo Venoso na Europa (543.000 mortes /ano)". RTP


Um aviso aos profissionais da saúde, sobre uma causa de morbilidade e de mortalidade há já vários anos reconhecidas como importantes, e que hoje são novamente lembradas.
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segunda-feira, setembro 17, 2007

infecção hospitalar


"Os hospitais britânicos vão proibir gravatas, mangas compridas e bijutaria num esforço para parar a propagação de infecções hospitalares, de acordo com as novas regras divulgadas hoje (…)

«As gravatas raramente são lavadas, mas são usadas diariamente», indicou o Departamento de Saúde numa declaração, salientando que «não representam qualquer benefício para o tratamento dos doentes e provou-se estarem cheias de micróbios patogénicos». DD

Que as gravatas “não representam qualquer benefício para o tratamento dos doentes” difícil seria provar o contrário.
Estarem “cheias de micróbios patogénicos” também já há muito que se sabia, da mesma forma que o estão as unhas compridas ou postiças, as bijutarias, relógios… e porque não também a mesma bata que muitos profissionais de saúde passeiam, quantas vezes dias a fio, pelos corredores e enfermarias, refeitórios e demais dependências dos Hospitais.

Uma coisa é certa.

Não uso gravata, tenho as unhas sempre curtas e não uso bijutarias.

Relógio, quase sempre…
E bata, só a mudo quando aparenta estar “suja”.

Disto me penitencio.
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