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Assim começa, com estas perguntas, um artigo de opinião retirado do TempoMedicina de 17/07/2006, escrito por um Neurocirurgião do Hospital de S.José, que descreve muito a propósito alguns dos males existentes nas Listas de Espera para Cirurgia que se podem encontrar desde a sua criação até à sua resolução.
Fala do consumismo e do desperdício fomentado consciente ou inconscientemente, não pelos doentes, mas pelos prescritores (médicos cirurgiões);
da ausência de controlo por parte dos responsáveis pelos Serviços Cirúrgicos dos critérios utilizados nas indicações terapêuticas;
do aproveitamento e da desresponsabilização (aquando de morbilidade) por parte dos agentes prestadores privados;
da ausência dum controlo da qualidade dos serviços prestados.
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