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quinta-feira, junho 07, 2007
em período de férias de Correia de Campos
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quarta-feira, junho 06, 2007
ideias menos simpáticas na saúde

Guardado a sete chaves por Correia de Campos por ainda não ser oportuno torná-lo público lá vai ele, sub-repticiamente, sendo divulgado através da imprensa, das entrevistas do Ministro da Saúde, dos seus assessores e do seu próprio relator presidente da Comissão (Dr.Jorge Simões).
Desenganados poderíamos ter ficado com o desmentido de Sócrates na Assembleia da República com este peremptório “Não, não. Isso não está nas intenções do Governo, não o vamos fazer” quando se referia à aplicação de “contribuições compulsivas, temporárias, por níveis de rendimento” e ao retirar a isenção de taxas moderadoras a crianças até aos 12 anos, constantes no referido Relatório e defendida por Correia de Campos.
Mas sobre a “extinção dos benefícios fiscais referentes às despesas com a saúde” não se pronunciou o Senhor Primeiro-ministro, porque tal questão também não lhe foi colocada.
E na escassez de argumentos políticos (já que económicos parece terem muitos), conseguiu arranjar o Governo peritos para os encontrar.
“Os peritos oferecem ainda ao Governo um argumento político: Portugal é dos países do mundo desenvolvido mais simpáticos para os contribuintes. Na Espanha, na França e no Reino Unido as despesas com a Saúde, pura e simplesmente, não são dedutíveis no IRS.” TVI
A ser verdade, há que copiar e aplicar aos contribuintes portugueses o que de pior se pode esmiuçar na legislação dos países nossos aliados da Europa, nem que para isso se sujeite o Estado Português a perder um dos lugares cimeiros (que pelos vistos detém) no “ranking da simpatia”.
terça-feira, junho 05, 2007
adesivos biológicos - "o adeus aos pontos de seda e agrafes"

Retirado do site Ciência Hoje isto "Pode ser o adeus aos pontos! "
"Uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu uma gama de adesivos biológicos que substitui os tradicionais pontos cirúrgicos. Estes adesivos são altamente eficazes, com um elevado poder de retenção de água e capaz de reforçar a resistência do organismo. Possuem também funções analgésicas e antibacterianas e, nos testes realizados in vivo, não se registou nenhuma reacção agressiva ou de rejeição por parte do corpo humano.
Novo método elimina as suturas
O estudo destes novos produtos é uma mais valia para a técnica operatória. Os adesivos cirúrgicos biológicos são seguros, de fácil aplicação e financeiramente acessíveis. Os resultados são extraordinariamente positivos 'ao nível da cicatrização, não havendo risco de ruptura dos convencionais pontos cirúrgicos e nos vários testes realizados, não se registaram quaisquer efeitos colaterais', afirma Helena Gil, coordenadora da investigação.
Este trabalho é determinante para o conforto e bem-estar do doente. 'Desde logo porque elimina as suturas e todo o incómodo de o doente ter de se deslocar ao hospital ou ao Centro de Saúde para retirar os vulgarmente chamados pontos. Agora, é o próprio bioadesivo que provoca a regeneração dos tecidos, isto é, obriga o organismo a trabalhar para a sua reabilitação', destaca Helena Gil
Os adesivos cirúrgicos biológicos inscrevem-se na área dos biomateriais, que são considerados os materiais do futuro. De acordo com a investigadora da FCTUC 'toda a Europa está apostada em desenvolver este método porque o avanço desta área científica reflecte uma significativa melhoria da qualidade de vida das pessoas. Por isso, tem-se observado nos últimos anos um enorme esforço na produção de novos dispositivos'. "
a pressa é má conselheira (2) e as maternidades
"A pressa, por vezes, é má conselheira, e tivesse o ministro da Saúde atentado nesta sábia conclusão de uma experiência milenar, já seria poupado a ouvir um empenhado defensor da concentração dos blocos de parto, como Octávio Cunha, a denominar de «perfeito absurdo» o programa funcional do Centro Materno-Infantil do Norte." ... e bem a propósito este Post retirado do SaúdeSA escrito por É-Pá:
No sector privado, a situação é próxima da calamidade. Todos (ou quase todos) os argumentos que fundamentaram, no serviço público, a concentração dos blocos de partos, servem para alimentar os ditos "centros privados de nascimento". Desde a casuística anual por unidade até a aberrante percentagem de partos por cesariana (2/3!), levantam uma questão muito sensível na área médica. Esta é o emergente conflito entre altas produtividades e boas práticas médicas. As cesarianas são um meio expedito de resolver (melhor diria, abreviar) um parto, nem sempre com respeito da saúde da mãe e do neófito. Mas permite, como se diz no texto, "trabalhar à peça", ultrapassar o, por vezes, longo periodo expulsivo de um parto eutócito, liberta o obstetra para outros actos e reduz o tempo de utilização da sala de partos. Tudo ganhos de produtividade sem equivalentes na qualidade.
A ERS detectou o problema. Vamos esperar pelas consequências.
Outra questão diz respeito às maternidades públicas. Octávio Cunha, membro da Comissão Nacional de Saúde Materna e Neonatal, citado no post, diz que no Norte o processo "não está a correr bem".
Trata-se de um credenciado médico neonatologista, insuspeito, já que publicamente apoiou a decisão do MS no encerramento de salas de parto que não reuniam requisitos míninos de segurança. Segundo se depreende o encerramento foi processado à pressa, sem acautelar os recursos humanos e os equipamentos das maternidades que - uma vez depuradas as situações inadequadas em termos de segurança e qualidade - integram a actual rede em funcionamento. A atitude apressada, subsidiária de razões político-económicas, acabou por se revelar, em algumas situações, inadequada.
Problemas na referenciação da rede subsistem, p. exº., em Trás-os-Montes. As gravidas da área de Mirandela deveriam ser referenciadas para Bragança. Não se verifica isso na prática porque, as grávidas a termo, "sabem" que o H de Bragança não está (ainda) devidamente preparado, e optam por dirigir-se a Vila Real. Octávio Cunha conclui, com alguma sagacidade, que "quando estão grávidas as mulheres ficam ainda mais inteligentes"...
As reorganizações, as reestruturações tão necessárias ao SNS, não podem desguarnecer os flancos.
Nada do que se faz apressadamente em Saúde, é bom e muito menos seguro.
A questão das maternidades é um processo em vias de sedimentação, todavia, ainda com muitos buracos que urge colmatar.
O processo da reestruturação das urgências está em marcha, mas devia colher ensinamentos da questão das maternidades.
Mesmo para aqueles que apoiam os princípios dessa reforma, tem sido notória a pressa em fechar SAP's, sem que as alternativas aos mesmos estejam consolidadas e testadas, nomeadamente, no que diz respeito à rede de urgência pré-hospitalar.
À rapidez em encerrar deverá corresponder a prontidão em estruturar, viabilizar, adequar e operacionalizar as soluções alternativas (da nova rede). Os hiatos são fatais em Saúde.
Dizia Gregório Marañon, insigne médico e cientista espanhol:
"A rapidez, que é uma virtude, gera um vício, que é a pressa".
É-Pá
segunda-feira, junho 04, 2007
saúde e segurança no trabalho

Público
domingo, junho 03, 2007
a estratégia já conhecida
Mas, na 5ª feira passada, no debate mensal com o governo na Assembleia da República, quando interpolado pela bancada do Partido Comunista sobre a prevista criação de “contribuições compulsivas, temporárias, por níveis de rendimento” no SNS e sobre a ideia de "retirar as taxas de isenção às crianças até 12 anos", Sócrates afirmou que “Não, não. Isso não está nas intenções do Governo, não o vamos fazer”, quando dias antes Correia de Campos afirmava publicamente:
Promesa do Primeiro Ministro aos parlamentares e aos portugueses que contrariando a vontade dum seu Ministro,me leva também a perguntar:
Em que cabeça pensante devemos confiar?
É que como o KAOS aqui diz:
sexta-feira, junho 01, 2007
os males nas listas de espera para cirurgia

Assim começa, com estas perguntas, um artigo de opinião retirado do TempoMedicina de 17/07/2006, escrito por um Neurocirurgião do Hospital de S.José, que descreve muito a propósito alguns dos males existentes nas Listas de Espera para Cirurgia que se podem encontrar desde a sua criação até à sua resolução.
Fala do consumismo e do desperdício fomentado consciente ou inconscientemente, não pelos doentes, mas pelos prescritores (médicos cirurgiões);
da ausência de controlo por parte dos responsáveis pelos Serviços Cirúrgicos dos critérios utilizados nas indicações terapêuticas;
do aproveitamento e da desresponsabilização (aquando de morbilidade) por parte dos agentes prestadores privados;
da ausência dum controlo da qualidade dos serviços prestados.
quinta-feira, maio 31, 2007
investir no Serviço Nacional da Saúde

Considera assim Pedro Gomes ser o Norte do País um “oásis” , uma zona “privilegiada” , já que esta região apresenta uma média de 4,6 meses de espera quando o seu objectivo é conseguir uma mediana de cinco meses no final de 2007 para todos os doentes inscritos a nível nacional, uma meta possível no seu entender, mas só “se houver um maior número de entidades convencionadas com capacidade de absorver as inscrições».
Contrasta este apelo de Pedro Gomes a uma maior participação de “entidades convencionadas” (corroborado por Pedro Nunes da Ordem dos Médicos), com a opinião de Manuel Delgado (presidente da Associação dos Administradores Hospitalares) que considera terem os serviços públicos o dever e condições para resolverem o problema das listas de espera.
E revejo-me nesta opinião genérica de Manuel Delgado, de que o SNS tem condições e meios para dar resposta às ainda e sempre longas e atrasadas listas de espera para cirurgia que se auto-perpetuam, quantas vezes fomentadas por interesses existentes dentro do próprio Serviço Nacional de Saúde que vêm nelas um meio de assim, da mesma forma, perpetuarem benefícios pessoais ou privados dentro e fora dele.
E tem o SNS condições e meios para tal, se um investimento, bem menor por certo do que actualmente está a ser feito, for aplicado:
Num correcto aproveitamento das estruturas existentes e na sua modernização ao invés de, com base em argumentos economicistas, se fomentar a degradação e/ou a estagnação tecnológica conducente à desmotivação dos profissionais, precipitando ou justificando assim, o encerramento de serviços com produtividade comprovada em termos de qualidade e quantidade;
Numa correcta gestão dos quadros de efectivos e sua actualização, ao invés de neles se desinvestir, fomentando a “fuga” para o sector privado onde melhores condições remuneratórias e garantias de realização profissional (de momento e até quando?) lhes são oferecidas; propor e permitir a realização de horários semanais reduzidos (assim conduzindo a uma mais baixa produtividade e ao desinteresse dos profissionais pelos Serviços Públicos); fomentar o pluri-emprego e a instabilidade e desmotivação profissional através duma política de baixos vencimentos, de congelamentos, de contratos individuais de trabalho e duma indefinição quanto a carreiras profissionais;
Em planos de incentivos e compensações não individuais mas colectivos (institucionais, departamentais ou por serviços) "para" e "pelo" cumprimento de programas mínimos contratualizados, elaborados, concertados e aprovados com os responsáveis locais e por estes geridos, analisada a capacidade instalada, a sua optimização e consideradas as reais necessidades locais ou regionais em termos de tempos de espera para tratamentos cirúrgicos ou consultas de especialidade;
Numa permanente avaliação centralizada que divulgue duma forma regular a quantidade e qualidade produzida por cada programa contratualizado, detectando os desvios "pela negativa" para que estes possam ser corrigidos atempadamente, ou propondo a revisão "pela positiva" do contrato celebrado sempre que a produtividade alcançada ultrapasse a contratualizada e as "necessidades" dela possam ainda usufruir.
É que, como também diz Manuel Delgado, não faz sentido algum “estarmos a pagar duas vezes a saúde através dos impostos dos portugueses” quando um investimento bem mais reduzido pode e deve ser realizado na preparação e aplicação dum programa que aproveite e privilegie os profissionais e as actuais estruturas do SNS.
Pedro Nunes e Manuel Delgado - TSF
o autismo que persiste depois de 30 de Maio

Convocados estavam 141 funcionários e a empresa diz agora que o comportamento será penalizado com procedimentos disciplinares, que podem ir da simples repreensão até ao despedimento por justa causa" RFM
Em termos sectoriais, o secretário de Estado afirmou que a Saúde foi uma das áreas mais afectadas pela greve, com uma adesão de cerca de 20%." Diário Digital
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quarta-feira, maio 30, 2007
terça-feira, maio 29, 2007
se Maomé não vai à montanha...

1. O ter revelado, este CA, uma “total inércia” e uma falta de “colaboração” na prossecução dos “estudos necessários para incrementar a efectividade e complementaridade dos cuidados de saúde” a prestar pelos Hospitais de Braga e Barcelos.
2. O ter apresentado “resultados aquém do exigível, com desvios em relação aos contratualizado e a uma deterioração na prestação de cuidados, evidenciada nas significativas listas de espera”.
3. O ter apresentado um plano de negócios para o triénio 2007/2009 “muito deficiente, o que motiva enormes apreensões em relação ao futuro da instituição”.
1. Nem tudo está a ir bem com os Hospitais EPE, do qual o Hospital de Santa Maria Maior de Barcelos parece ser (e é) um exemplo.
Haverá mais? Ou será que este CA não soube apresentar bem as contas como os outros as terão apresentado?
2. Quem não “colaborar” com os desígnios de “aprofundamento da articulação interinstitucional, nos seus vários modelos, potenciando a acessibilidade dos utentes aos cuidados de saúde” (leia-se: constituição do Centro Hospitalar Braga-Barcelos que tanta animosidade tem despertado entre os sectores políticos do PS e PSD locais), é demitido ou exonerado das suas funções.
segunda-feira, maio 28, 2007
a saúde da "flexigurança" na reforma da Função Pública
..................................................................... retirado de WEHAVEKAOSINTHEGARDENÉ isto que o economista Eugénio Rosa conclui num estudo de análise em que chama à atenção para os desígnios que, duma forma apressada, o actual Governo pretende impor, superficializando e encurtando a discussão e a negociação do referido projecto Lei.
Retira Eugénio Rosa neste estudo as suas conclusões , resumindo-as em 17 pontos que considera, a serem aplicados, aniquiladores da estabilidade do emprego e das carreiras, condenando os trabalhadores ao arbítrio dos membros do Governo e das chefias por ele escolhidas:
1. Todos os anos os mapas de pessoal poderão ser alterados, o que determinaria uma situação de permanente precariedade e instabilidade para os trabalhadores
2. A cessação do contrato por tempo indeterminado por simples decisão do responsável máximo, tendo o trabalhador a possibilidade apenas de estar um ano na Situação de Mobilidade Especial, findo o qual seria despedido
3. O período experimental, que é um período em que o trabalhador não tem quaisquer direitos, podendo ser despedido sem qualquer indemnização, seria de um ano para todas as carreiras, que é quatro vezes superior ao do sector privado
4. A introdução de contratos a prazo mesmo no regime de nomeação, com a designação de “nomeação transitória”
5. A generalização de contratos a prazo no Administração Pública mesmo para necessidades não temporárias, o que não é permitido no sector privado
6. A introdução na Administração Pública do despedimento colectivo, do despedimento por extinção do posto de trabalho, e do despedimento por inadaptação do trabalhador, sem que se indique em que condições e quais os procedimentos a cumprir
7. As alterações nas posições remuneratórias ficariam dependentes das disponibilidades orçamentais, mesmo que o trabalhador, a nível de avaliações, obtivesse as necessárias
8. A negociação individual por escrito da remuneração
9. A contratação de trabalhadores colocados na Situação de Mobilidade Especial (SME) com remunerações inferiores aos contratados externamente
10. A violação do principio de igualdade no acesso por qualquer cidadão à Administração Pública
11. A redução arbitrária das actuais seis carreiras do regime geral a apenas a três carreiras (técnico superior, assistente técnico e assistente operacional), o que determinaria grande arbítrio no sistema de equiparação e a polivalência generalizada
12. A colocação dos trabalhadores em categorias com posições remuneratórias inferiores às que auferem na transição das carreiras actuais para as novas careiras
13. A introdução do poder absoluto das chefias, já que “o conteúdo funcional da categoria a que o trabalhador tem, não podia, em caso algum, constituir fundamento para o não cumprimento do dever de obediência e não prejudicaria a atribuição ao trabalhador de tarefas não expressamente mencionadas
14. A introdução da chamada mobilidade interna gravosa para os trabalhadores mobilizados, válida por um ano ou por prazo indeterminado
15. A redução significativa das áreas funcionais onde vigoraria no futuro o regime de nomeação (Forças Armadas, apenas dos quadros permanentes; pessoal diplomático; informação de segurança, investigação criminal, segurança pública, apenas para o pessoal operacional), transitando os actuais trabalhadores em regime de nomeação restantes (médicos, enfermeiros, técnicos superiores, técnicos administrativos, etc, etc,), “sem outras formalidades para modalidade de contrato a tempo indeterminado, mantendo apenas os regimes de cessação, de reorganização de serviços, e de colocação de pessoal em situação de mobilidade especial e de protecção social”
16. A manutenção ou integração total ou parcial ou mesmo a eliminação dos actuais suplementos remuneratórios
17. O congelamento das carreiras em mais 3 anos, a contar de 2008, ou seja, pelo menos até 2011 para a esmagadora maioria (mais de 70%) dos trabalhadores da Administração Pública.
Trata-se duma Lei, segundo António Rosa, que a ser aprovada sem as devidas alterações que se lhe exige, representará uma "negação total da Função do Direito do Trabalho na Administração Pública".
Assim se compreende a pressa com que o Governo pretende que ela seja discutida com os Sindicatos da Função Pública, ao impor unilateralmente o seu calendário de negociações e definindo previamente o número de (apenas) três reuniões para que tão importante e extensa Lei seja negociada.
Se dúvidas ainda possam existir aqui se podem ler, devidamente fundamentadas, as apreensões que Eugénio Rosa nos apresenta e que segundo ele, a serem contempladas na Lei, irão pôr “em causa a prestação do serviço público de uma forma imparcial, igual e generalizada a todos os portugueses” no qual serviço público, o SNS está incluído.
a vacina e os políticos

"O Partido Socialista (PS) considerou esta quarta-feira ser prematura a inclusão da nova vacina contra o cancro do colo do útero no Plano Nacional de Vacinação (PNV), uma proposta do partido ecológico ‘Os Verdes’." Link
"(...) mas agora, um grupo de três deputados socialistas vem defender a aplicação da medida. Concretizar essa pretensão significa que a vacina passará a ser gratuita. Como alternativa à gratuitidade, os deputados apontam a comparticipação pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) na venda do medicamento (…) Correia de Campos tem um prazo máximo de três meses para responder aos deputados" Link
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Saúda-se esta posição e esta intenção dos Socialistas.
Os Deputados da AR que são políticos (não são médicos na sua grande maioria) agora pensam assim.
domingo, maio 27, 2007
nomeações com tomates

Mas como as culturas obedecem a normas e uma das normas está pelos tomates definida, tenho que propor outros cinco “blogues com eles” (cada um à sua medida e de várias qualidaes):
Defender o Quadrado
O País do Burro
Impressões de um Boticário de Província
WEHAVEKAOSINTHEGARDEN
... para a frente pessoal!
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o encerramento de serviços de saúde públicos

Mas um aviso também para todos os profissionais de serviços comprovadamente produtivos, integrados ou a integrar em Centos Hospitalares, que pelo mesmo processo de intenção de encerramento possam vir a passar. Processos de intenção em que os “bem intencionados” para tapar a cabeça, sabendo que a manta não chega, põem a descoberto não só os pés mas também suas verdadeiras capacidades de gestão danosa dos serviços públicos.
é preciso mudar
Não, isto não é mais um “Orelhas de Burro”.
«Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar»
Se há vida em ti a latejar, Portugal já está a mudar.
Greve Geral – 30 de Maio de 2007
Ou pensas que tens que ser assim?
sexta-feira, maio 25, 2007
nem tudo parece continuar a ir bem no CODU

“As coisas não foram bem feitas, devia ter vindo um médico até para dar apoio à família, pois estava toda a gente aos gritos e com as duas crianças [filhos de José António Silva] a assistir a tudo”, contou João Gonçalves, deixando um desabafo: “Não sei se era possível salvá-los mas o socorro podia ter sido prestado de forma diferente e eu não gostaria que acontecesse com mais alguém, pois é muito sofrimento."Correio da Manhã
Este, e muitos outros casos por certo, diariamente sucedem no nosso País e pelo mundo fora.
Mas "desculpas" de que:
"a pessoa que telefonou para o 112 não respondeu a uma única pergunta da operadora e desligou".
"As chamadas falsas são um dos maiores problemas do INEM".
"10 mil saídas de ambulâncias para Urgências que não existiam".
A que se podem juntar muitas mais…
De que o local indicado, por quem solicita o apoio, careceu de exactidão.
De que houve dificuldades em encontrar o local exacto.
De que a resposta às perguntas colocadas pela operadora não indiciavam situação de emergência.
De que o INEM se encontrava INOP.
De que os meios são insuficientes.
Etc, etc, etc.
Não. Mais desculpas NÃO.
Assumamos, como cidadãos, as falsas informações, o uso indevido, os nossos egoísmos, os nossos erros.
Assumam também, as estruturas públicas responsáveis pela saúde, os erros resultantes de decisões precipitadas, fundamentadas em análises incorrectas (ou inexistentes) das características da sociedade, das várias regiões do país e das suas estruturas locais de saúde, persistindo na paranóica ideia de que a sociedade portuguesa e o nosso país são iguais a tantos outros em que o exemplo que se pretende seguir já deu provas de eficácia e segurança.
Ninguém contesta a importância dum serviço de apoio médico emergente em todo o país.
Ele deve continuar a ser uma prioridade do Ministério da Saúde.
Mas devem os seus responsáveis directos e indirectos assumir as suas responsabilidades em estudar e adaptá-lo ao local ou região, em formar profissionais e equipar os serviços, em informar e formar a população, e só depois, testado o sistema quanto à sua eficiência, à sua fiabilidade e segurança dos doentes a quem ele se dirige, corrigidos os excessos e os defeitos, o aplicar e substituir por ele, criteriosa e complementarmente, o que actualmente existe e que menos bons serviços estará a prestar à população.
"Nunca é tarde de arrepiar caminho"
o sistema de saúde Americano e "Sicko"

E outros clips referentes ao sistema de saúde americano Michael Moore em “Sicko” apresenta, que fazem estremecer de vergonha o Presidente e também este senhor (Jackie Mason - comediante, agora bem a sério) que no fim deste seu clip, por certo bem pago, bem poderá ter necessidade de recorrer a um cardiologista ou a ter que ser assistido numa Unidade de Cuidados Coronários…
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quinta-feira, maio 24, 2007
assim não vale
Já não sei de deva ou possa aqui divulgar esta fotografia que retirei do Boticário que por sua vez retirou do wehavekaosinthegarden que ilustra um Post aqui colocado onde são referenciados o Sr. Primeiro Ministro, o Sr. Ministro das Finanças e o Sr. Ministro da Saúde.
Porque tenho medo que esta onda se propague e me possam um dia incluir também numa idêntica fotografia que desde já e antecipadamente (quase com uma certeza absoluta), posso afirmar estarmos perante uma fotomontagem….
Só por isso.
Não me apetece falar de professores, de Direcções Gerais, de Ministros da Educação ou das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, porque raramente o faço.
Mas arrisco a mesmo assim aqui mostrá-la, já que ilustra um Post que comenta as recentes alterações ao regime de isenção das taxas moderadoras previstas pelo Sr.Ministro da Saúde, para afirmar peremptoriamente com ela (fotografia) não poder estar de forma alguma de acordo!
Primeiro porque me parece ser intenção do autor do Post demonstrar, através da fotografia, um apelo à piedade do Sr.Ministro da Saúde para reconsiderar nas suas intenções.
Depois, porque considero que a criança que ao colo está, a julgar pelas parecenças, não terá estatuto social nem tão pouco económico para estar isento das futuras taxas moderadoras a serem aplicadas às crianças deste nosso País.
E se com as suas vestes nos pretende a fotografia enganar, ver-me-ei forçado a usar os meus conhecimentos em tratamento de imagem para a todos demonstrar que do rosto para baixo, de ambas as personagens, outros corpos e outras vestes a fotografia original nos estaria a mostrar.
Para já não falar do quadro à direita, que a parede ostenta e que denuncia um outro local que não o de uma sala, quem sabe humilde, duma recôndita aldeia distante do nosso País.
Isto é uma montagem e como tal não se lhe deve dar importância ou significado algum.
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